sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Os 10 mandamentos dos templos ogros

Sabe aqueles lugares que não aparecem em nenhum guia de restaurantes por não se importarem com prêmios, concursos ou estrelas, mas que, definitivamente, servem como ‘mata-fome’ de verdade? 

Pois bem. O livro ‘Guia da culinária Ogra – 195 lugares para comer até cair’, de André Barcinski, se preocupa em listar alguns desses ótimos lugares para comer, em São Paulo, mas que não recebem a devida atenção e publicidade.

E quais os pré-requisitos para o estabelecimento fazer parte do que André estabelece como ‘culinária ogra’?




OS 10 MANDAMENTOS DOS TEMPLOS OGROS 1. Não pode ter nome começando por “Chez” ou terminando em “Bistrô”. 

2. A comida precisa ocupar ao menos 85% da área total do prato (de preferência com uma taxa de ocupação de mais de 100%, com bifes que caem pelas bordas).

3. Não pode ter “chef” e sim “cozinheiro”.

4. Não pode ficar dentro de shopping (nada mais deprimente que praça de alimentação).

5. Algumas palavras estão terminantemente proibidas nos cardápios: “nouvelle”, “brûlée”, “pupunha”, “espuma”, “lâmina”, “lascas”, “redução”, e “contemporânea”.

6. Não pode ter “menu” e sim “cardápio”.

7. Os garçons não podem ser modelos, manequins ou atores, mas, de preferência, velhos e feios.

8. Os garçons precisam passar no teste da colherinha, que consiste em servir arroz com uma só mão, juntando duas colheres, sem derramar um grão sequer.

9. A bebida servida no local tem de “descer bem” e não “harmonizar”.

10. O teste final: se o garçom, ao ser perguntado: “O que é ‘El Bulli’?”, responder qualquer coisa que não seja “´é onde eu sirvo café”, o restaurante está sumariamente eliminado.


Estou terminando de ler o livro e começarei, em breve, a experimentar alguns dos lugares listados. Então, farei mais um post com algumas indicações. 
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