sexta-feira, 29 de junho de 2012

Lula e Sombra

Texto de Luiz Fernando Veríssimo


Todo o mundo sabe que o Paulo Maluf é procurado pela Interpol. O que pouca gente sabe é que o codinome dele na Interpol é "Sombra", devido à dificuldade da organização em sequer localizá-lo. O escritório da Interpol no Brasil tem agentes dedicados exclusivamente a procurar o Maluf, cujos atos de corrupção internacional são notórios e comprovados. Ainda não conseguiram achá-lo, mas, recentemente, chegaram perto. Esta coluna teve acesso a memorandos internos na Interpol que descrevem o episódio.


Um relatório de um dos agentes encarregados de procurar o "Sombra" revela a existência de rumores nos meios políticos segundo os quais o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai se encontrar com o Maluf, em lugar não especificado, para tratar de assuntos também desconhecidos. Em resposta ao relatório o chefe da Interpol pede cautela, em memorando que publicamos na íntegra, só omitindo o nome do agente e do seu chefe para proteger nossas fontes.


"De XXX para X. Confidencial. Assunto: 'Encontro com Sombra.' Recomendo extrema cautela. Os rumores de um encontro de Lula com 'Sombra' são obviamente destinados a desmoralizar o ex-presidente e seu partido, o PT. Como já lembrei em outras ocasiões, não devemos nos envolver na política do País. Desconsidere os rumores."





quarta-feira, 27 de junho de 2012

10 perguntas para... Cauê Macris

Na primeira entrevista da série, tenho a honra de falar com o Deputado Cauê Macris (PSDB-SP). 


Pra quem ainda não o conhece, Cauê tem 29 anos e foi eleito após receber 66.412 votos, tornando-se um dos mais jovens Deputados da Assembléia Legislativa de São Paulo. Exerce, atualmente, importantes missões no parlamento paulista, como a vice-liderança da bancada do PSDB e a titularidade na Comissão Permanente de Constituição, Justiça e Redação, responsável por analisar a legalidade de todos os projetos que tramitam pela Assembléia. Filho do deputado federal Vanderlei Macris (PSDB), Cauê foi duas vezes vereador de Americana, sendo inclusive presidente da Casa no biênio 2009/2010.

Em nossa conversa falamos de participação política da juventude, de Eleições 2012 e de sua experiência adquirida como Vereador e, agora, como Deputado.


10  perguntas para... Cauê Macris





1. Deputado Cauê, você tem em sua família um grande exemplo de bom político, o que com certeza influenciou sua escolha em seguir esse caminho. Podemos afirmar que seu pai, Vanderlei Macris, é sua maior inspiração na política? 

Meu pai, o deputado federal Vanderlei Macris, com certeza é minha maior inspiração na política. Desde muito pequeno acompanhava seu trabalho e vi que trabalhando duro podemos fazer a diferença para efetivamente melhorar a vida das pessoas.

2. Você é um dos Deputados mais jovens da Assembléia Legislativa de São Paulo. Qual a importância da militância e participação política dos jovens? Em que essa participação, de fato, pode acrescentar?

É fundamental a participação dos jovens na política. A presença dos jovens é importante não só aos partidos, que naturalmente necessitam de renovação, mas também aos próprios jovens, que possuem a chance real de lutar por uma sociedade melhor. Ao invés de apenas reclamar da política, o jovem tem hoje a chance real de fazer parte dela e de representar a sociedade. Esta é uma das tarefas mais nobres que uma pessoa pode ter.


3. Apesar da experiência política de quase 10 anos e do bom exemplo que tem em casa, você ainda é muito jovem – não há como negar. Consegue enxergar pontos que gostaria de melhorar como político, coisas que gostaria de aprender?

Jovem ou não, acredito que estamos em constante processo de aprendizado. Tive a oportunidade de ser vereador por duas vezes na Câmara de Americana, sendo inclusive seu presidente no biênio 2009/2010. Apesar da juventude, ainda em Americana, não tive problemas em conseguir aprovar e implementar a primeira lei antifumo do país – que posteriormente passou a valer em todo Estado. Agora estou em meu primeiro mandato de deputado estadual. Claro tive que aprender os trâmites dos processos e como funciona a Assembleia Legislativa de São Paulo. Mas isso também não me impediu de – ainda em meu primeiro ano de mandato - propor a lei que combate a venda de bebidas alcoólicas para menores em São Paulo. Apresentada na Casa, nossa lei foi aprimorada pelo governador Geraldo Alckmin e hoje está implantada em todo Estado. Entendo que sempre há espaço para aprender, mas isso não nos impede de mostrar trabalho.

4. Estamos em ano de eleições municipais. Como avalia as condições e o preparo do seu partido, o PSDB, para essas eleições, em todo o Estado?

O PSDB está muito bem preparado em todo Estado para as eleições municipais. Lançaremos candidatos com representatividade em todos os setores. Recentemente, por exemplo, estive no Diretório Estadual do partido, ao lado do governador Geraldo Alckmin, em que participamos do lançamento de 250 pré-candidaturas de jovens, que concorrerão em todo Estado. 


5. No caso específico da Capital, as pesquisas demonstram larga vantagem de José Serra. Você acredita que essa vantagem mantém-se até Outubro?

É claro que a pesquisa nos deixa confiante. A população de São Paulo conhece o Serra e sabe que ele tem experiência para administrar com responsabilidade uma cidade complexa como São Paulo. Para esta tarefa não há espaço para aventureiros. Ainda assim, não podemos esquecer que as eleições acontecerão em outubro. Até lá trabalharemos duro para eleger o nosso candidato José Serra para Prefeitura de São Paulo.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Três anos sem Michael

Texto extraído do site Estadão E-Mais.



Há três anos o mundo recebia a notícia da morte do rei do pop, o cantor Michael Jackson, que deixou órfã uma legião de fãs. Morto em decorrência de uso excessivo de remédios, indicados por seu médico, o artista recebeu sua primeira homenagem nesta segunda-feira (25): inúmeras mensagens carinhosas no Twitter, que teve a hashtag RIP Michael Jackson como uma das mais citadas pelos usuários da rede social.


Caçula de uma família de nove irmãos, seu pai Joe Jackson sempre desejou ver os filhos no mundo do entretenimento. Operário, tentava emplacar algum astro nas horas vagas. Rapidamente percebeu que poderia lançar as crianças na carreira musical. Com apenas cinco anos de idade Michael entrou para o “Jackson Five” ao lado dos irmãos Jackie, Tito, Marlon e Jermaine.


O sucesso só veio no final da década de 60 quando o grupo foi contratado pela Motown, gravadora que nos anos 60 se especializou em lançar artistas negros como Diane Ross e Steve Wonder. No começo dos anos 70 o “Jackson Five” lançou diversas músicas que se tornaram bastante populares como “ABC” , "I want you back" e “Ben”. Apesar do sucesso, a infância teve momentos traumáticos. O pai controlava os garotos de maneira severa, chegando a ser cruel com ameaças e castigos físicos.



sexta-feira, 22 de junho de 2012

quarta-feira, 20 de junho de 2012

O que começa errado...

Por Caio Lafayette


Preferências partidárias à parte, é impossível considerar normal o episódio Erundina - Haddad - Lula - Maluf.


Mas antes de chegar em Erundina, vale uma reflexão sobre como tem sido tocada a campanha do PT na capital paulista, refém de um único articulador - ele mesmo, Luis Inácio Lula da Silva.

Reza a lenda que tudo que começa errado, termina errado. Ainda é cedo para afirmar que o candidato do PT, o inexpressivo Fernando Haddad, perderá as eleições. Mas tudo caminha pra isso. Afinal, o que começa errado...


Marta Suplicy é ainda o principal quadro do PT em São Paulo. Com todos os muitos defeitos dela, é a grande liderança do partido no maior Estado do País. Arrisco dizer que tem maior capital político que Lula aqui. Mas foi jogada para escanteio por conta de uma vontade pessoal do ex-Presidente. Sim, única e exclusivamente ELE viu em Fernando Haddad um bom candidato. Marta se chateou, com razão. Não faz o mínimo esforço para ajudar aqueles que a renegaram. Estes, por sua vez, confiam ainda conseguir mudar a postura da Senadora. Acho difícil.

0 x 1.

Pois é, Marta foi preterida por... Fernando Haddad. Quem? É...
Acadêmico, trabalhou na Prefeitura de São Paulo na gestão Marta Suplicy, chegou ao Ministério da Educação com Lula e ficou conhecido após série de falhas nas provas do ENEM em todo o país, cuja responsabilidade era de sua pasta.
Os repetidos erros do ENEM serviram para colocar o então Ministro na mídia. O 'genial' Lula então fez a aposta: esse seria o candidato para a cidade de São Paulo, obsessão do PT.
Logo na partida, Haddad confundiu Itaim Paulista com Itaim Bibi, não conseguiu unir o partido em torno do seu nome e manteve-se estagnado nas pesquisas de intenção de voto, não saindo da faixa dos 6% - coisa que consegui apenas agora, há menos de 4 meses da eleição.

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'O ARTICULADOR' Lula, então, foi em busca de parceiros para sua loucura - já que nem seu próprio partido se mostrava muito satisfeito com as interferências. Procurou Kassab. Cortejou Kassab. Viu em Kassab a chance de transformar seu candidato na continuação - e dá-lo alguma identidade.
Kassab, por sua vez, ouviu Lula. Quase quis que todos ouvissem também o que conversavam. Tinha seus motivos. Usou o ex-Presidente para incentivar José Serra a ser candidato a Prefeito. Isso sim o que ele queria. Parceria antiga. E conseguiu. No fim, deve indicar o vice da chapa do PSDB, favorita nessa eleição. E estancou alguns possíveis ataques do PT à sua administração. Deu um baile no ARTICULADOR Lula.



Começou a virar goleada...

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terça-feira, 19 de junho de 2012

Crescimento além do discurso

Texto de José Serra, publicado no Estadão, em 14/06/2012

Duas das principais molas que impulsionaram a economia brasileira nos últimos anos têm perdido sua elasticidade: a demanda internacional por matérias-primas agrominerais e o crédito ao consumo. A primeira sofre os efeitos da contração do crescimento mundial, que se prolongará por alguns anos. Não necessariamente haverá um colapso dos preços das commodities brasileiras, mas as receitas de exportações e os investimentos nessa área perderão velocidade. Quanto ao crédito ao consumo, basta mencionar que 90% das famílias brasileiras revelaram não ter disposição para endividamento adicional. Elas gastam, atualmente, 30% de sua renda em juros e amortizações da dívida já assumida, proporção superior à das famílias norte-americanas. Assim, as tentativas de estímulo ao consumo via crédito não terão impacto forte nem duradouro.

Nesse contexto, não é de estranhar que a economia esteja se retraindo. De novo, nenhum colapso, mas um declínio da taxa de crescimento a cerca da metade do nível obtido no governo passado. De fato, é o modelo - chamemos assim - lulista de crescimento que perdeu o vigor.

Quais foram as principais peças desse modelo? Em resumo:

  1. crescimento médio razoável, puxado pelo consumo, com baixos investimentos, aumento rápido das importações e preço ascendente das commodities exportadas;
  2. diminuição da taxa de desemprego em razão do crescimento das ocupações menos qualificadas. Entre 2009 e 2011, o aumento dos empregos com carteira assinada foi de 5,9 milhões na faixa de até dois salários mínimos; acima dessa faixa, a queda foi de 1,2 milhão;
  3. juros elevadíssimos, de um lado, exigindo despesas fiscais em torno de 6% do PIB; e, do outro, atração abundante de aplicações financeiras do exterior;
  4. forte sobrevalorização cambial, tornando as importações mais baratas e as nossas exportações menos competitivas, o que acelerou a desindustrialização do país;
  5. reduzida taxa de investimento público – das menores do mundo – com reflexos nas deficiências da infraestrutura;
  6. ampliação das distorções tributárias, que, ao lado dos altos encargos financeiros, das carências na infraestrutura e da sobrevalorização cambial, elevaram o custo Brasil às nuvens;
  7. sistemática substituição das ações para melhorar a eficiência das redes de saúde e educação pela contínua criação de ações midiáticas.


segunda-feira, 18 de junho de 2012

'Inesquecível'

Os 20 anos do primeiro título do São Paulo na Libertadores marca não somente mais uma grande conquista do tradicional clube paulista, mas o início da cobiça por este título continental.

Nas palavras de um dos personagens principais dessa história, o 'inesquecível' título da Libertadores.


1º título do São Paulo na Libertadores: 'Inesquecível'

Texto escrito por Raí


Dezessete de junho de 1992. Acordo, como sempre em dia de jogos, por volta das 11h. 

Desta vez, por motivos óbvios, fui dormir mais tarde que o normal. Imagens de uma noite que poderia entrar para história se antecipavam em minha mente.


Tínhamos um grupo amadurecido por derrotas passadas, fortalecido por ensaios incansáveis e determinado como todo grande vencedor. Contra o Newell's Old Boys, esperávamos um jogo duro, duríssimo, depois da derrota de 1 a 0 no jogo de ida, mas algo nos dizia que este era o nosso dia. A segurança vinha de uma relação construída por anos. Nada que se consiga em semanas.


Depois de despertar de uma preguiça tranquilizadora, na certeza que toda energia possível havia sido reabastecida, vou ao banho despertador. O aquecimento de um grande espetáculo começava ali. Em meu ritual de guerra, começo com água morna e, pouco a pouco, vou esfriando a água, até chegar a sensação de um choque térmico. Naquele momento vem o aviso, do consciente para os músculos, que naquele dia algo raro vai se passar. Que as primeiras contrações não venham apenas para se movimentar, mas principalmente para se superar. Olho no espelho, e me aprofundo em concentrar que tudo que vem a partir dali é rumo à final, rumo a um final.

Saio do quarto e cruzo companheiros que reforçam meu pensar, e que se fortalecem com minha introspectiva cumplicidade. A expressão que ecoa no ar é… "É Hoje!!!"

No almoço, não se alimenta, se armazena! Nada além do que possa ser demasiado. Assuntos vagam, sobre o jogo, a vida e amenidades, mas a atenção/tensão já tem destino. Palavras vêm e vão, mas tudo resta superficial, nada pode abalar ou desviar o/do alvo.

Lembro de um dirigente me contar que o São Paulo havia perdido sua única chance (1974), até então, de ser campeão da Libertadores, principalmente porque um jogador tinha perdido um pênalti.

A decisão é à noite, o dia é longo, os minutos compridos, vem uma mistura contraditória de "que venha logo" com "quero mais para estar melhor".

Na preleção, o Mestre nos relembra alguns detalhes do adversário, mas sobretudo do nosso arsenal de possibilidades. Mas na certeza que tudo já tinha sido devidamente trabalhado, nos conforta com histórias de sua vida profissional e curiosidades da profissão. Em uma mistura de tesão/motivação, com maturidade de momentos decisivos vividos.

No caminho ao estádio, a magia do rugido da massa. O tricolor se transforma em sangue, o símbolo em brasão, e a energia da torcida parece nos carregar. O frisson do ambiente criado pelos aficionados causa uma espécie de ebulição.

O vestiário é nosso templo, ali se via olhos em brasa, sonhos em gestos, companheirismo em saudações. Momentos antes de entrar em campo, mensagens dos líderes e gritos de guerra dão o toque final.



quinta-feira, 14 de junho de 2012

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Ter ou não ter namorado

O melhor texto sobre o assunto que permeia a semana: o Dia dos Namorados.


TER OU NÃO TER NAMORADO
Texto de Artur da Távola

Quem não tem namorado é alguém que tirou férias remuneradas de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namorado de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia. Paquera, gabira, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil. Mas namorado mesmo é muito difícil. Namorado não precisa ser o mais bonito, mas ser aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio, e quase desmaia pedindo proteção.


A proteção dele não precisa ser parruda ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição.




terça-feira, 12 de junho de 2012

Santa Chuva

No dia dos namorados, para a minha namorada.



"Vai chover de novo,

deu na tv que o povo já se cansou de tanto o céu desabar.

E pede a um santo daqui que reza a ajuda de Deus, 
mas nada pode fazer se a chuva quer é trazer você pra mim."



SANTA CHUVA
Por Caio Lafayette

Sempre quando a chuva batia em sua janela, ele não colocava os pés pra fora de casa. Questão de tradição. Como todas as tradições, não sabia bem de onde ela havia surgido. Mas o fato é que não saía de casa.


segunda-feira, 11 de junho de 2012

Dia dos nAMORados (só para quem odeia)!

Em semana de dia dos namorados, começo as postagens sobre o tema utilizando o texto do amigo Eliton Ramos, escrito especialmente para essa data, mas no ano de 2009. O texto fez bastante sucesso em meu antigo blog e tenho certeza que fará agora, novamente. Continua atual e essa é a coisa mais mágica dos bons textos.


Dia dos nAMORados (só para quem odeia)!
Por Eliton Ramos

Definitivamente, nunca fui muito “ligado” ao dia dos namorados. Mesmo porquê nunca levei um namoro efetivamente a sério, a ponto de arrastar asa, me deixar dominar ou me expor a situações efervescentes e engraçadas que a paixão platônica impõe.


Mas se a gente começa a pensar a respeito, surgem mistérios, admiração, encantamentos, dúvidas. E, quando isso acontece, começamos a achar que estamos perdendo alguma coisa.  
Uma perda naturalmente caracterizada pela prudência egoísta que nada arrisca, como dizia o poeta, e que nos incomoda silenciosamente.

Acuados em nossos cantos, imersos em nossa própria arrogância, esse incômodo se intensifica e ganha mais força com a chegada do dia dos namorados. Não que eu ligasse. Até porque, o fato de eu nunca ter tomado uma coca-cola a dois não me deixa grilado. Não mesmo. Eu até encaro numa boa. É claro que abrir de trinta a quarenta e-mails, todos os dias, e não ter nenhum com a frase “Eu te amo” também não me incomoda. É. Não me incomoda.




quarta-feira, 6 de junho de 2012

LH em fotos

Não poderia terminar a semana sem falar do show do Los Hermanos.

Quer dizer, prefiro não falar.

Estou resumindo essa curta semana em fotos.

E assim continuarei...


"Olha lá! Quem vem do lado oposto vem sem gosto de viver..."

"É preciso força pra sonhar e perceber que a estrada vai além do que se vê..."

"Como pode alguém sonhar o que é impossível saber?..."

"Abre os teus armários, eu estou a te esperar..."

"E o Pierrot, chora!..."

"Teu choro não me faz desistir, teu riso não me faz reclinar..."


ADEUS VOCÊS!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

PSDB se renovando

Por Caio Lafayette


A prova disso foi o belo evento realizado pela Juventude do Partido neste sábado, dia 2 de Junho, no Diretório Estadual.

Confira o sucesso em fotos:



Momentos antes da chegada do Governador Geraldo Alckmin

Geraldo Alckmin tirando fotos com a militância no momento de sua chegada

Geraldo Alckmin sendo conduzido ao palco para discursar no evento

Auditório lotado aplaudindo a chegada do Governador e outras autoridades do Partido

Discurso do Secretário de Jovens Candidaturas, Vinicius Caruso

Discurso do candidato a Prefeito  de São José dos Campos e militante da Juventude, 
Alexandre Blanco

Discurso do Líder do PSDB na Câmara de São Paulo, Vereador Floriano Pesaro

Discurso do Jovem Deputado Estadual, Cauê Macris

Discurso da Jovem Deputada Federal, Bruna Furlan

Discurso do Presidente Estadual da JPSDB, Paulo Mathias

Discurso do Governador Geraldo Alckmin no evento da JPSDB

Organizadores do evento da JPSDB com o Governador Geraldo Alckmin