quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Ela é linda, mas não tem nome

Por Caio Lafayette

Encontrei esse texto há quase 4 anos quando navegava por alguns blogs. Não sei se o autor é o dono do blog, ou se ele copiou de algum lugar. Não importa. O que importa é que, naquele momento, o texto fez bastante sentido pra mim. Talvez faça sentido pra algum dos leitores agora.


ELA É LINDA MAS NÃO TEM NOME




Assim como muitos meninos sempre imaginei como seria a mulher perfeita…

Não aquela Angelina Jolie, que não conhecemos e que todos queremos ficar, mas a companheira ideal, lembra? Aquela pra se conviver por uma vida ou mais… será que existe?

A cada namorada, a cada mulher que conhecemos levamos algo conosco, aquela famosa “bagagem” que muitas vezes não é algo que gostamos e temos a certeza que não queremos para nós; e isso é muito mais importante.


Companheiras todas são, cada uma à sua maneira, mas mulher ideal não precisa ser a perfeitinha, aquela criada num Castelo à espera de um príncipe encantado mas alguns pontos são cruciais na escolha de uma companheira/namorada ideal.

Ela não precisa saber escutar, porque eu não falo muito, mas precisa ter idéia do que eu estou falando; concordar e discordar é o de menos, mas tem que ter idéias próprias, opinião… isso me faria acreditar que ela me escolheu por algum motivo – lógico ou ilógico. É… inteligência faz parte da minha mulher perfeita; mas não apareça uma intelectualóide, devoradora de livros, prefiro uma que saiba apenas diferenciar um quadro de Picasso de uma escultura de Michelangelo, aquela que quase implora para eu acompanhá-la a uma comédia romântica no cinema, pra ficar de mãos dadas com ela e achar aquilo, como diria uma amiga… fofo. Sim, uma que saiba indicar Madagascar, Deu a Louca na Chapeuzinho, Shrek ou Nemo, porque são engraçados e, ao mesmo tempo, são inteligentes.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

MURICY E SELEÇÃO: EU SOU MAIS FELIPÃO

Por Caio Lafayette



Novembro vai chegando ao fim com uma boa notícia: Mano Menezes não é mais técnico da Seleção Brasileira.

A considerar a importância do cargo, às vezes comparável ao do Presidente da República para o apaixonado torcedor brasileiro, esse foi o melhor acontecimento do ano.

Mano Menezes não convenceu. Mais do que isso, colocou em dúvida sua ética com inúmeras convocações muito discutíveis. Já vamos chegar lá. Antes disso, vale frisar que ele era a segunda opção da CBF – Muricy Ramalho não aceitou o convite – e o seu currículo é insuficiente para ser alçado a técnico da mais importante Seleção do mundo – ganhou duas vezes a Série B e uma vez a Copa do Brasil, um campeonato do segundo escalão em nível nacional.

Quanto às convocações no mínimo ‘estranhas’, podemos relembrar Jucilei na 1ª lista. Jucilei era reserva do Corinthians, treinado pelo mesmo Mano Menezes. Ele foi convocado, o titular não. Pouco depois foi vendido pro exterior. André Santos viveu situação parecida. Foi convocado inúmeras vezes, sempre atuando como titular. Perdemos, no mínimo, dois jogos depois de erros infantis do lateral. Ele continuou titular. Foi vendido para o Arsenal e nunca mais apareceu na lista de Mano Menezes. Nem na reserva. Estranho? No mínimo.

Os resultados também não ajudaram. Derrotas para as principais seleções, empates com as medianas e vitórias chatas contra países onde o futebol praticamente não existe. Pra piorar, Mano nunca foi um ‘poço’ de simpatia. Nem o torcedor mais apaixonado pela tradição da ‘amarelinha’ se empolgou com o time no pouco mais de 2 anos dessa era.

A verdade é que Mano Menezes foi tarde.


O primeiro nome a despontar como possível substituto é o de Muricy Ramalho, multicampeão em solos brasileiros e ex-preferido da CBF. Mas antes de falar do Muricy, uma breve análise sobre algumas outras opções.

Vanderlei Luxemburgo sempre será lembrado. É um excelente técnico, mas atualmente é pior do que acha ser. Modernizou-se pouco. A vez dele já foi.

Abel Braga é o típico boleiro. Atinge bons resultados com seus times, o retrospecto prova isso. Mas não sei se contaria com o apoio popular – nunca treinou um time do Estado de São Paulo, por exemplo.

Guardiola é o sonho de muitos. Realmente seria interessante tê-lo como treinador. Experimentar uma nova proposta. Seria arriscado, porém. Ele tem no currículo apenas um trabalho, que apesar de excelente, foi no Barcelona de Messi e Cia. Pesa contra ele ser estrangeiro e termos pela frente uma Copa no Brasil. A escolha deve ficar aqui no Brasil, acredito.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Agoniza Literatura!



Inspirado em Veríssimo, uma vez decidi escrever 10 verdades que eu considerava irreversíveis. As escolhas incluem frases famosas ou representações delas, chavões, entre outros. E nem sei mais se as considero tão verdadeiras - escrevi há 3 anos. De toda maneira, em homenagem a esse mestre das crônicas, reproduzo o publicado agora.

  1. Amor e paixão são coisas totalmente diferentes.
  2. Apenas as crianças são totalmente livres, pois não têm medo do ridículo.
  3. De fato, é inútil ter certeza. A dúvida é muito mais excitante.
  4. Discussões sobre política, futebol e religião nunca nos levam a conclusão alguma.
  5. Amigos vão e vêm, mas existem uns poucos e bons de que não podemos abrir mão.
  6. O essencial é invisível aos olhos.
  7. Nossa vida corre em ordem inversa. Deveríamos morrer primeiro pra depois curtir tudo de bom (e ruim) que ela nos reserva.
  8. O ser humano tem por essência temer o ‘novo’.
  9. O ‘par perfeito’, ‘tampa da panela’, ‘amor da vida’ ou seja lá como se queira definir, não existe! Portanto, curta os momentos como se não houvesse amanhã.
  10. No fim, tudo é uma piada…


Texto Original, por Luis Fernando Veríssimo:

Dez Coisas que Levei Anos Para Aprender

  1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma boa pessoa.
  2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você, quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.
  3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.
  4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.
  5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.
  6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um laxante na mesma noite.
  7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra seria "reuniões".
  8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença mental".
  9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.
  10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Carta aberta: “Vamos em frente!”

A Democracia é, dentre os regimes políticos, o que permite a participação decisória da maioria. Por 480 anos, buscou-se sua instalação no Brasil, cristalizada em três acontecimentos: o movimento das “Diretas, Já!”, em 1984; a eleição de Tancredo Neves para a Presidência da República, em 1985; e a promulgação da Constituição, em 1988.
Nesses eventos a participação de algumas pessoas foi fundamental. São elas as mesmas figuras que fundaram o Partido da Social Democracia Brasileira – o PSDB.
Partidos políticos têm grande importância na lógica da Democracia (não fosse isso, as candidaturas a cargos eletivos se dariam individualmente). Pessoas com pensamento semelhante, isto é – com uma ideologia – se reúnem em agremiações, que têm a missão de elaborar um programa, com caráter permanente, onde explicita seus princípios e valores. Além da doutrina, a principal missão dos partidos é a de construir soluções que melhorem a vida das pessoas, sistematizadas em programas de governo, que são momentâneos e adaptados aos lugares que se pretende administrar – cidades, estados e um país.
As eleições são a vitrine dos planos de governo dos diferentes partidos – por meio delas, a sociedade os compara e escolhe o que melhor lhe convier (viver em torno de eleição, como se ela fosse um objetivo e não um mecanismo, é um fator que prejudica muito a política). Quem ganha, aplica seu plano de governo; quem perde, fiscaliza a aplicação.
Ainda nessa linha de raciocínio, os partidos políticos são organizados em diferentes instâncias de poder (diretórios e coordenações executivas). Além das responsabilidades burocráticas, eles são essenciais para o cumprimento das funções descritas acima, valorizando a figura central do processo: o militante.
O PSDB nasceu com base nessa lógica e contestando uma velha prática (o que as três primeiras páginas do programa de 1988 evidenciam): disputa de poder pelo poder, plano de governo tirado da cartola, pragmatismo, campanhas eleitorais frágeis e vazias. Vinte e quatro anos depois e governos ocupados, cabe uma reflexão: estamos fazendo o que condenávamos?
Como se vê, não é uma afirmação, mas um convite à reflexão. Qual é nosso projeto para o Brasil? Demos nossa contribuição, capitaneados por Fernando Henrique; e sendo ele um dos grandes vanguardistas dos quadros partidários, temos a certeza de que concordaria com a afirmação: “Para frente é que se anda!”. Afinal, em vários tópicos do nosso programa, enfatizam-se os termos: simples, claro, objetivo e moderno.
Nesse sentido, na linha da tão falada “renovação”, o Conselho Político do Secretariado de Juventude do PSDB do Estado de São Paulo se reuniu e colocou o tema em pauta. Dessa discussão, ocorrida no último dia 10 no plenário José Bonifácio da Assembleia Legislativa, saíram avaliações e propostas de militantes dos quatro cantos da terra paulista, que sintetizamos em três pontos fundamentais:


terça-feira, 13 de novembro de 2012

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Uns riem; outros choram

Parabéns para o Fluminense, merecidamente campeão Brasileiro por antecipação.

Ao Palmeiras resta repensar sua práticas e planejar 2013 - na Série B.


sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Monotrilho de SP é feito com tecnologia de avião

Texto publicado na página Uol Economia, em 06 de Novembro de 2012.



Previsto para ser inaugurado em 2013, o monotrilho que funcionará na zona leste de São Paulo é um trem com pneus feito com a mesma tecnologia usada em aviões. Ele é produzido pela empresa canadense Bombardier, concorrente da Embraer na área de aviação. O monotrilho é de alumínio, em vez de aço, o que o torna mais leve. A expectativa é que o sistema transporte meio milhão de pessoas por dia.

A linha Expresso Monotrilho Leste vai ligar os bairros de Vila Prudente e Cidade Tiradentes, formando a Linha 15 - Prata do Metrô. As empresas OAS e Queiroz Galvão são as responsáveis pelas obras de infraestrutura, que consiste na montagem de vigas de até 15 metros de altura, onde serão colocados os trilhos.
Os 53 trens que serão usados no sistema são fabricados pela Bombardier numa fábrica inaugurada em abril em Hortolândia (109 km a noroeste de São Paulo). O objetivo da empresa é transformar o local em um centro mundial de produção de monotrilhos de alta capacidade.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

13º Projeta Brasil



Desde 2000, a Cinemark comemora o Dia do Cinema Nacional com o evento ‘Projeta Brasil Cinemark’. A Rede reserva uma segunda-feira do mês de novembro para exibir filmes nacionais, em todo país, por um preço simbólico. O critério de escolha dos títulos leva em consideração filmes exibidos pela Cinemark durante o ano, envolvendo os mais diversos gêneros. A iniciativa está ligada a outros projetos da empresa para aumentar a participação da produção nacional nas bilheterias da rede e, ao mesmo tempo, reaproximar o cinema brasileiro do grande público. A renda líquida total, por parte de distribuidores, produtores e da própria Cinemark, é destinada a projetos diretamente ligados ao cinema nacional, como a premiação de longas e curtas-metragem, apoio a festivais, restauração de cópias, realização de campanhas e outros.

Este ano, acontece a 13ª edição do projeto, na Segunda-feira próxima, dia 12 de Novembro. 

Confira os filmes que estarão em cartaz.


VOU RIFAR MEU CORAÇÃO

  
Documentário que trata do imaginário romântico, erótico e afetivo brasileiro a partir da obra dos principais nomes da música popular romântica, também conhecida como brega. Letras de músicas de artistas como Odair José, Agnaldo Timóteo, Waldick Soriano, Evaldo Braga, Nelson Ned, Amado Batista e Wando, entre outros, formam verdadeiras crônicas dos dramas da vida a dois. Em Vou rifar meu coração, os temas destas músicas se relacionam com as histórias da vida amorosa de pessoas comuns, enfrentando o desafio de falar sobre a intimidade de pessoas reais, em situações reais.


COLEGAS

  
Três amigos portadores da síndrome de Down vão superar suas limitações para correr atrás de seus maiores sonhos. Um dia, inspirados pelo filme Thelma & Louise, o grupo foge no antigo carro do jardineiro (Lima Duarte) e parte numa viagem que tem a felicidade como objetivo. Márcio deseja voar como um pássaro, Aninha espera arrumar um bom partido para se casar e Stalone só quer ver o mar pela primeira vez. Eles vão viver diversas aventuras juntos e descobrir que a liberdade é um direito de todos.


E A VIDA CONTINUA...


Ernesto (Luiz Bacelli) tem 50 anos e carrega consigo uma tragédia do passado, a qual esconde através de um sorriso bem humorado. Ele conhece Evelina (Amanda Acosta), de 25 anos, ao ajudá-la na estrada, após o carro dela enguiçar. Ambos estão indo ao mesmo hotel e, aos poucos, constroem uma amizade sólida baseada também nas dificuldades enfrentadas ao longo da vida, já que Evelina está machucada emocionalmente devido à infidelidade do marido.


GONZAGA – DE PAI PRA FILHO


Decidido a mudar seu destino, Gonzaga sai de casa jovem e segue para cidade grande em busca de novos horizontes e para apagar uma tristeza amorosa. Lá, ele conhece uma bela mulher, Odaléia (Nanda Costa), por quem se encanta. Após o nascimento do filho e complicações de saúde da esposa, ele decide voltar para a estrada para garantir os estudos e um futuro melhor para o herdeiro. Para isso, deixa o pequeno aos cuidados de amigos no Rio de Janeiro e sai pelo Brasil afora. Só não imaginava que essa distância entre eles faria crescer uma complicada relação, potencializada pelas personalidades fortes de ambos. Baseada em conversas realizadas entre pai e filho, essa é a história do cantor e sanfoneiro Luiz Gonzaga, também conhecido como O Rei do Baião ou Gonzagão, e de seu filho, popularmente chamado de Gonzaguinha.